
Em Maringá, como em todo o estado, vigilantes que atuam em postos fixos se tornam alvos fáceis após evitarem crimes ou enfrentarem situações de risco. O perigo não termina quando o turno acaba, e muitos já foram vítimas de represálias violentas.
O Sindicato dos Vigilantes de Maringá apoia a proposta e estará com Curitiba, demais sindicatos e a Federação dos Vigilantes do Paraná defendendo esse direito ao vigilante na audiência pública que será realizada na Assembleia Legislativa do Paraná no dia 03 de setembro.
Todos pela extensão do porte! Todos pela proteção da vida do vigilante!