

O setor da
segurança privada segue em crescimento acelerado, e os dados mais recentes comprovam a importância dessa categoria para a sociedade brasileira.
Segundo o
Anuário de Segurança Pública 2025, com base em informações da Polícia Federal e do Ministério do Trabalho,
o número de vigilantes atuando no Brasil saltou de 519 mil em dezembro de 2024 para mais de 571 mil em maio de 2025 — um crescimento de
10% em apenas cinco meses!
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546 mil vigilantes atuam em empresas especializadas.
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Mais de 24 mil estão em empresas orgânicas (companhias que cuidam da própria segurança).
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Crescimento mostra que o setor é estratégico e está gerando mais empregos.
?????? Participação feminina em alta!
Mesmo que ainda tímida, a presença das mulheres na segurança privada continua crescendo.
Hoje, 15% dos vigilantes em atividade são mulheres, mostrando que o espaço está se abrindo para a força feminina também nesse setor essencial.
???? Perfil dos profissionais:
- 11% têm até 29 anos
- 29% entre 30 e 39 anos
- 36% entre 40 e 49 anos
- 24% com mais de 50 anos
Ou seja, é uma categoria
experiente e madura, com presença forte no mercado.
???? Nível de escolaridade:
- 79% têm ensino médio completo
- 2% têm superior incompleto
- 3% já concluíram o ensino superior
Mais de 80% dos profissionais têm escolaridade média ou superior, desmistificando a ideia de que a segurança privada é uma profissão de baixa qualificação.
???????? Apesar do crescimento, ainda há desafios
Cerca de
200 mil vigilantes com formação atualizada ainda aguardam oportunidade no mercado.
Atualmente, são
65.942 com curso em dia, número que caiu em relação ao ano anterior, quando havia quase 800 mil com formação válida.
???? Redução no transporte de valores
O setor também sente os reflexos das novas tecnologias. Com a diminuição do uso de dinheiro em espécie, o número de
carros-fortes caiu de 4.236 para 4.031 em um ano. A frota de
veículos de escolta armada e leves também sofreu leve redução, totalizando hoje
8.541 veículos utilizados na segurança privada brasileira.
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O crescimento da categoria, a qualificação dos profissionais e a diversidade de perfis mostram que a segurança privada é uma área em valorização — e que agora precisa valorizar também seus trabalhadores!