04
OUT
GT DEBATE INCLUSÃO DE PISTOLAS PARA AMPLIAR ARMAMENTO DO VIGILANT
O vigilante patrimonial poderá passar a contar com mais opções de armamento.

Nesta quinta-feira (01), aconteceu a primeira reunião do Grupo de Trabalho da CCASP que discute a possibilidade de inclusão das pistolas .38 TPC e .380 ACP na vigilância patrimonial.

O primeiro encontro teve posicionamento positivo quanto à possibilidade de ampliação. A discussão continua na próxima quarta-feira (07), com a manifestação de outros representantes do setor patronal.

Atualmente, a IN 340/2026 prevê as pistolas .38 TPC e .380 para atividades como transporte de numerário, bens ou valores, escolta armada e segurança pessoal. Na vigilância patrimonial, permanece previsto o revólver calibre .38.

A CONTRASP representa os trabalhadores no GT e defende que a modernização também alcance quem trabalha nos postos de vigilância patrimonial.

O debate não precisa resultar no fim do revólver .38.

A proposta discutida é ampliar as alternativas, permitindo que as pistolas também possam integrar o armamento da atividade, respeitando as características e necessidades dos diferentes postos de serviço.

Uma eventual implementação deverá ocorrer gradativamente, acompanhada de treinamento e atualização profissional.

O Grupo de Trabalho ainda analisará características técnicas, balísticas, operacionais e de segurança dos armamentos antes de apresentar suas conclusões.

O Sindicato dos Vigilantes de Maringá acompanha o debate e defende equipamentos, treinamento e condições de trabalho compatíveis com os riscos enfrentados pelos vigilantes.
NOTÍCIAS RECENTES